“Nosso grupo trabalhou nesse último ano em um projeto estruturado aplicando Frequências de Brilho em pacientes de UTI e pacientes hospitalizados ou a nível ambulatorial com AIDS ou outra patologia crônica.
Tivemos muitos atendimentos não registrados de familiares e amigos de pacientes que eram
trazidos por estes após sentirem os efeitos positivos, mas registramos o atendimento em 175 pacientes, 30 em UTI e 145 em ambulatório, média de 04 sessões por paciente, num total de
1126 sessões.
A impressão geral do paciente e nossa é de grande benefício, mas não conseguimos ainda registrar isso em números como diminuição da mortalidade (talvez um número ainda pequeno na UTI). Estamos tentando modificar nosso questionário anterior que estava muito complexo, mas que envolva questões como qualidade de vida e conforto dos pacientes.
É tão difícil mensurar as melhoras que temos com nossa mente do ego. Estou tentando ver de que maneira conseguiremos traduzir as melhoras alcançadas de uma forma que possamos ficar claro para outras pessoas.
Coloquei os e-mails das pessoas que mais trabalharam com esses pacientes para que eles possam dar também sua opinião e impressão pessoal.
Me parece que teremos que fazer uma análise não só quantitativa e sim também qualitativa e relatos de casos, assim essas pessoas podem ajudar descrevendo alguns casos que lhe chamaram a atenção e sua evolução.
Tínhamos uma bolsa para duas pessoas nesse projeto mas infelizmente em 2009 isso começou a claudicar o que atrapalhou muito nossas atividades e os planejamentos dessas pessoas.
O projeto conta agora com um grupo de voluntários, vamos seguindo com os atendimentos ambulatoriais às 3 e 6 feiras e esperamos poder estar prestando essa ajuda.
Fora esse projeto, já vinhamos trabalhando antes com pacientes ambulatoriais desde que fiz o curas de nível I de Frequências, inicialmente no CREAIDS com paciente em geral e gestantes em particular e depois nos mudamos para o HUPES (hospital das clínicas).
Acho que já fizemos mais de 5000 atendimentos e tivemos ajuda de muito voluntários”
Depoimento de Diana Pedral da UFBA – Universidade Federal da Bahia.